DANÇA PARA PELÉS - Apresentação


  
A DANÇA PARA PELÉS propôe-lhe uma abordagem lúdica e livre à Dança.

DPP - Actividade integrada no conceito de serviços integrados e personalizados de "arte on-demand", acredita que a arte e a sua democratização nos realiza enquanto indivíduos. Nesta perspectiva, à medida que nos conhecemos melhor como seres humanos, aumenta a convicção de que, não sendo à partida tido como um bem de primeira necessidade, o consumo e o acesso às artes e à cultura  em geral, é cada vez mais relevante, sendo parte integrante e edificante do quotidiano do indivíduo comum, no sentido da sua valorização pessoal.
Porque o universo das artes permite a qualquer pessoa um novo olhar sobre a realidade que o rodeia, levando-a a reflectir e a tomar uma nova consciência sobre si mesma.

Por vezes, é mais fácil convencermo-nos de que, para praticar alguma actividade artística, é preciso ter-se nascido artista. Na verdade, Pelé só foi Pelé, um grande jogador de futebol, porque dedicou o seu tempo de vida a praticar, a experimentar, a errar e a voltar a experimentar. O mesmo tempo de vida que cada um de nós usou para se especializar naquilo que melhor sabe fazer. 



A DANÇA PARA PELÉS oferece-lhe esse tempo de experiência prática da Dança, onde os erros, muitas vezes julgados como "falta de jeito", fazem parte de uma evolução continua da descoberta do prazer que qualquer dança produz em qualquer corpo. 

Não é preciso ser um Frank Sinatra a cantar, para cantar.  Bem como, ninguém precisa ser o Fred Astaire para sentir apenas prazer e segurança a dançar, subindo paredes!...
 Venha ter connosco, acabou a sua solidão nesta matéria, não sofra mais!



Hoje em dia, fruto da nossa vida caracteristicamente urbana, tendencialmente sedentária, acumulamos energias e bloqueios que nos impedem de sentir mais saudáveis e disponíveis para nos expressarmos melhor.  

 Libertando essas energias supérfluas do dia-a-dia, estes pequenos exageros de nós próprios resultam em efeitos biológicos imediatos de libertação das toxinas, stress e, inclusive, do mau humor, proporcionando, assim, uma maior sensação de bem estar na vida, consigo e com os outros.
Nas “performances” que ninguém testemunha ou as que todos fazemos quando dançamos em discotecas, em casa, ou em outras situações são, na verdade, as expressões mais autênticas do nosso "eu". 

Isadora Duncan, bailarina norte-americana, (1878 - 1927), foi considerada a precursora da dança moderna. Começou a dançar aos 14 anos. Não tendo seguido qualquer curso de dança clássica, rejeitou a técnica académica, que não podia executar por falta de preparação e acesso. Assim, deu início a um estilo próprio a que chamou "dança livre", por não estar sujeita a regras, exprimindo apenas as emoções (contraste evidente com a  técnica rígida, então vigente, do ballet). Isadora apresentou-se na Europa na viragem do século revolucionando os conceitos artísticos da sua época. Defendia que, na dança,  

tudo o que não é natural ao corpo deveria ser abolido.

Em retrospectiva evolutiva, o homem primitivo comunicaria com os outros, com códigos variadíssimos do corpo e voz. Tendo por princípio que a respiração é movimento e som, e se algo mexe é porque tem vida, o movimento e o som, terão sido os primeiros meios de conexão do homem com a realidade. A união perfeita do movimento ao som, faz com que seja inevitável ter de participar dessa harmonia, sozinho, com outro ou em grupo.Na nossa pré-história a Dança era, ao mesmo tempo, viver, transcender o quotidiano, iniciar-se nos mistérios da vida, da morte, da fertilidade, desempenhando esse papel através de rituais sociais.

Dançar é, por isso, natural, orgânico e instintivo para qualquer corpo. Como é natural ao sentirmos uma batida, ritmo ou ouvir uma música e, automaticamente, abanamos a anca ou batemos com o pé no chão, sem quase darmos por isso...









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